Um plano prático, passo a passo, para escolher o instrumento adequado e utilizá-lo com cuidado
As avaliações só têm valor se escolher o instrumento adequado e o utilizar com cuidado. Este guia fornece-lhe um quadro prático de análise: desde a definição do objetivo e a avaliação da validade até à realização imparcial da avaliação e à utilização dos resultados na entrevista.
Desejamos-lhe uma boa leitura. Abaixo poderá ler o white paper na íntegra.
A questão mais importante não é saber qual é o teste mais popular, mas sim qual a decisão que pretende fundamentar: selecionar, desenvolver ou reforçar equipas. Cada objetivo requer instrumentos diferentes e um padrão diferente.
Comece por identificar quais as características que são realmente importantes para a função. Avalie essas características de forma específica, em vez de avaliar o máximo possível. Desta forma, mantém a avaliação breve e o resultado útil.
Um instrumento fiável mede de forma consistente (fiabilidade) e mede aquilo que afirma medir (validade). Solicite fundamentação: o instrumento foi desenvolvido e verificado por psicólogos qualificados e existem provas de que está relacionado com o desempenho profissional?
Preste também atenção aos grupos de referência e aos idiomas. Um instrumento validado em vários idiomas é mais justo para uma população internacional e evita que a língua se torne um critério de seleção oculto.
Submeta cada candidato à mesma avaliação estruturada e trate os dados em conformidade com o GDPR na UE. Os candidatos têm direito a receber feedback; um processo meticuloso reforça a sua imagem enquanto empregador.
Uma avaliação não substitui a entrevista, mas enriquece-a. Utilize o resultado como fonte de informação complementar e combine-o com a entrevista e outras fontes para obter uma visão completa e explicável.
Em resumo: Escolha com base no seu objetivo, verifique a validade e os idiomas disponíveis e utilize o resultado como complemento à entrevista. Desta forma, tirará partido das avaliações, de forma justa e fundamentada.